Os povos originários foram dizimados de territórios como o Brasil e mesmo tendo a sua população diminuída, ainda conseguem preservar uma enorme porção de território com os seu modo de vida.
Segundo o Instituto Socioambiental (ISA), foram realizados estudos que apontam que “os Povos Indígenas e Tradicionais são responsáveis, juntos, pela proteção de um terço das florestas no Brasil. Nos últimos 35 anos, somente as Terras Indígenas protegeram 20% do total de florestas nacionais” (https://www.socioambiental.org/noticias-socioambientais/estudo-comprova-que-povos-indigenas-e-tradicionais-sao-essenciais-para).
Isso ocorre, pois os povos indígenas “têm uma forte compreensão de seus ecossistemas circundantes, tendo desenvolvido relações complexas com plantas, animais e terra ao longo de milhares de anos. Como tal, eles possuem um conhecimento valioso sobre como gerenciar e proteger esses ambientes de forma sustentável, que tem sido transmitido por gerações”. (https://www.gov.br/mast/pt-br/assuntos/noticias/2023/abril/a-importancia-dos-povos-indigenas-para-a-preservacao-da-natureza#:~:text=Os%20povos%20indígenas%20desempenham%20um,ecológica%2C%20como%20a%20floresta%20amazônica.)
Infelizmente, todas as comunidades indígenas estão ameaçadas e por isso é crucial que as terras onde vivem sejam demarcadas. A demarcação das terras indígenas, como consta no site do governo federal (https://www.gov.br/funai/pt-br/atuacao/terras-indigenas/demarcacao-de-terras-indigenas#:~:text=A%20demarcação%20das%20terras%20indígenas,gestão%20e%20preservação%20desses%20territórios), “é um direito constitucional e visa garantir a autodeterminação, a autonomia e a proteção dos direitos dos povos indígenas, bem como sua participação ativa na gestão e preservação desses territórios”.
Uma Terra Indígena (TI) garante a todas as comunidades (não só a indígena) a preservação da fauna, flora do nosso país, bem como grande parte da nossa herança cultural.

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