Acho que foi no meu aniversário em 2010, que ganhei de uma querida amiga ❣️ o livro “Mulheres que correm com os lobos – de Clarissa Pinkola Estés, e desde então nunca mais o esqueci e venho relendo de tempos em tempos.
Essa é minha homenagem ao livro, que criei como trabalho final do curso de ilustração digital da @domestika, uma plataforma que sou super fã, orientado pelo grande @juandellacha.ilustra. Estou super feliz com o processo, tudo o que aprendi e deixo aqui com vocês, o resultado e um pouco da mulher selvagem:
“Uma mulher saudável assemelha-se muito a um lobo 🐺; robusta, plena, com grande força vital, que dá a vida, que tem consciência do seu território, engenhosa, leal, que gosta de perambular. (…)
Aproximar-se da natureza instintiva não significa desestruturar-se, mudar tudo da esquerda para a direita, do preto para o branco, passar o oeste para o leste, agir como louca ou descontrolada. Não significa perder as socializações básicas ou tornar-se menos humana. A natureza selvagem possui uma vasta integridade.
Ela implica delimitar territórios, encontrar nossa matilha, ocupar nossos corpo com segurança e orgulho, independentemente dos dons e das limitações desse corpo, falar e agir em defesa própria, estar consciente, alerta, recorrer aos poderes da intuição e do pressentimento inatos às mulheres, adequar-se aos próprios ciclos, descobrir aquilo a que pertencemos, despertar com dignidade e manter o máximo de consciência possível”.




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